1º Congresso Internacional de Controle Interno e Auditoria traz referências do Brasil, Portugal e Angola

O Conselho Nacional de Controle Interno (Conaci), em parceria com a Comunidade de Auditores dos Países de Língua Portuguesa (PLP), vai promover, nos dias 09 e 10 de novembro, o 1º Congresso Internacional de Controle Interno e Auditoria. O evento vai contar com a participação do presidente do Conaci, Leonardo Ferraz, e do fundador da Comunidade de Auditores PLP, André Marini, além de outras diversas autoridades da área.


Temas como GRC (governança, riscos e compliance), pesquisas inéditas na área de Auditoria, Agenda ESG (Environmental, Social and Governance), Controle Interno e Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) serão discutidos nos painéis. Participarão referências em Auditoria e Controle Interno dos países, como o chefe da assessoria especial de Controle Interno do Ministério da Economia brasileiro, Francisco Bessa, que será o responsável pela palestra magna do evento com o tema: “A Quem Interessa a Implementação da GRC no Setor Público?”. 

Além de Bessa, o superintendente de auditoria interna da DataPrev, Gil Loja, o ouvidor-geral da União, Valmir Dias, o presidente do IIA Angola, Artur Quicassa, a diretora de auditoria da Universidade do porto, Maria Luísa, e a diretora de Auditoria IPO do Porto, Sonia Cruz, também já estão confirmados. 

O evento vai iniciar às 9 horas (horário de Brasília) de forma remota, com transmissão ao vivo no canal do Youtube do Conaci (youtube.com/conaciorg).  As inscrições são gratuitas e todos os participantes que assinarem a lista de presença, que será disponibilizada na descrição da transmissão durante o evento, serão certificados pelo Conaci. 

Confira a programação:

09 de novembro

09h – Abertura

– Thais Venturatto – jornalista

– Leonardo Ferraz – presidente do Conaci

– André Marini – fundador da Comunidade de Auditores PLP

09h30 – Palestra Magna: A quem interessa a implementação de GRC no setor público?

– Francisco Bessa –  chefe da assessoria especial de Controle Interno do Ministério da Economia brasileiro

10h30 – Painel 1: Como aliar o seu Programa de Compliance à Auditoria? Conhecendo o GRC Canvas de Compliance e Auditoria

Moderador:

– Fernando Macedo – coordenador Geral da Diretoria de Governança, Riscos e Conformidade na Eletrobras

Palestrantes confirmados:

– Glaúcia Argentino – coordenadora do Comitê de Compliance da Comunidade de Auditores dos Países de Língua Portuguesa
– Augusto César de Souza – Auditor Federal de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da Geral da União 

– Wilson Muquixe – Adido financeiro do Consulado Geral de Angola primeiramente em Lisboa (Portugal) e atualmente em Dubai (Emirados Árabes).

12h – Encerramento

10 de novembro 

09h – Abertura

Painel 2: Auditoria nos Países de Língua Portuguesa – Tendências e oportunidades

Moderador:

– André Marini – fundador da Comunidade de Auditores PLP

Palestrantes confirmados:

– Maria Luísa Coimbra – diretora de auditoria da Universidade do porto

– Vladimir Queiroz – Gerente de Auditoria Interna e Controles Sox da Eliane Revestimentos Cerâmicos

–  Artur Quicassa – presidente do IIA Angola

10h – Painel 3: Agenda ESG nos Países de Língua Portuguesa

Moderador:

– Gil Loja – superintendente de auditoria interna da DataPrev

Palestrante confirmado:

– Sonia Cruz – diretora de Auditoria IPO do Porto


11h – Painel 4: O papel dos órgãos centrais de controle interno implemnetação da LGPD

Moderador:

– Leonardo Ferraz – presidente do Conaci

Palestrante confirmado:

– Valmir Dias- ouvidor-geral da União

12h – Encerramento

FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI

*COM INFORMAÇÕES DE CONACI

SCPREV esclarece dúvidas dos auditores internos sobre Previdência Complementar

Atendendo a convite do Sindiauditoria, a diretoria da SCPREV participou de videoconferência com os auditores internos para esclarecer dúvidas sobre a criação do Benefício Especial Previdenciário, conhecido como BEP. A proposta do Governo do Estado, na prática, incentiva a migração patrocinada dos servidores públicos estaduais ao Regime de Previdência Complementar (RPC/SC). O projeto está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa e ainda não tem data pra ser colocado em votação no plenário da Casa.

Pelo menos 35 pessoas (a maioria filiados) participaram do bate-papo virtual, que foi dividido em dois momentos. Na primeira meia hora, o diretor-presidente da SCPREV, Célio Peres, falou dos principais pontos do projeto e sobre as dúvidas mais comuns do funcionalismo. Na última meia hora de conversa, os auditores internos fizeram perguntas. Uma delas foi sobre quais critérios o servidor público deve levar em consideração na hora de avaliar as vantagens e desvantagens de migrar para o RPC/SC. A dica, neste caso, é consultar o FAQ preparado pela equipe da SCPREV. Na mesma página há um simulador que pode ser usado no cálculo do BEP. “E a nossa equipe também está à disposição para auxiliar cada um de vocês”, ressaltou o diretor-presidente da SCPREV.

Para obter mais informações, acesse o FAQ: https://scprev.com.br/adesao-patrocinada/

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO SINDIAUDITORIA

Revista da CGU abre chamada para dossiê especial de 10 anos da LAI

A Revista da CGU lança, em parceria com a Sociedade Brasileira de Administração Pública ( SBAP) e a com Rede pela Prestação de Contas no México, chamada de trabalhos para o dossiê especial “Dez anos da Lei de Acesso à Informação no Brasil: trajetórias, avançados e desafios”, que será divulgada em maio de 2022. A coordenação dos trabalhos é dos editores convidados Lourdes Morales (Universidade de Guadalajara), Karina Furtado Rodrigues (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército – ECEME) e Temístocles Murilo de Oliveira Jr (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio).  

Para compor o dossiê, a Revista da CGU convida autores a submeterem trabalhos no formato de artigos científicos, voltados para a construção e consolidação de conhecimentos teóricos ou teórico-empírico; ensaios, tratando de uma temática empírica ou teórica específica e sua relevância no âmbito do acesso à informação; e relatos técnicos, para o debate prático de experiências recentes nos órgãos e recomendação de diretrizes para o melhor desenho, implementação e avaliação de políticas e mecanismos de acesso. 

Dentre os temas de interesse do dossiê estão: acesso à informação em perspectiva teórica e em perspectiva comparada; acesso à informação, políticas públicas e relações internacionais; acesso à informação, accountability e corrupção; acesso à informação e proteção de dados pessoais; acesso à informação, saúde e pandemia; acesso à informação, meio ambiente e desenvolvimento sustentável; acesso à informação, desinformação e cultura de escândalo; acesso à informação, defesa nacional e informação estratégica; acesso à informação e agenda de reforma; acesso à informação em organizações públicas; acesso a informações em nível federal, estadual e local; acesso à informação e gestão do conhecimento; acesso à informação para populações em situação de vulnerabilidade e igualdade de gênero; e aspectos metodológicos aplicados à análise do acesso à informação.  

A chamada ficará aberta de 25 de agosto a 24 de dezembro de 2021. As diretrizes para apresentação e envio dos trabalhos podem ser encontradas pelo endereço eletrônico: https://revista.cgu.gov.br/Revista_da_CGU/10AnosLai.  

ACESSO À INFORMAÇÃO: TRAJETÓRIAS, AVANÇOS E DESAFIOS  

O acesso à informação pública é amplamente reconhecido como “a luz do Sol” para desinfecção das práticas indevidas que dependem da escuridão. Embora a transparência represente uma condição necessária para muitos aspectos positivos da democracia (como o controle descentralizado e a prevenção e combate à corrupção), ela em si não leva os governos necessariamente à melhoria da governança e da accountability.  

É necessário ir além da noção do direito à informação como a “bala de prata” contra a corrupção ou como direito fundamental sem contradições e ambiguidades. Qual é o acesso à informação de que precisamos para promover um governo melhor, mais ágil, justo, íntegro e eficaz? O que será necessário para que as instituições promovam a liberdade de informação?  

Perto do décimo aniversário da Lei de Acesso à Informação (LAI) no Brasil e passadas mais de duas décadas do início da difusão global de políticas de promoção do direito à informação, é hora de analisar o que foi construído até agora nessa trajetória, experiências, avanços e desafios, para tentar visualizar melhor as mudanças futuras. Essas análises devem incluir as sutilezas dos gradientes entre lados opostos da mesma questão: divulgação e sigilo; exposição e proteção. Navegar entre os extremos pode revelar muitas contradições que afetam diferentes subsistemas de políticas públicas.   

Nesse contexto, seja investigando sobre a prevenção e combate à corrupção, a proteção de dados pessoais, a promoção da saúde pública, a proteção e conservação do meio ambiente, a defesa nacional, ou qualquer outra área de política pública, a Revista da CGU espera que os trabalhos recebidos abordem essas questões com refinamento metodológico, utilizando abordagens baseadas em evidências ou metodologicamente bem estruturadas, quantitativas ou qualitativas.   

A Revista também tem interesse em estudos que analisem o acesso à informação no Brasil e em outros países da América Latina e Caribe e de outras regiões; que relatem experiências na implantação e avaliação de políticas e mecanismos de acesso à informação; ou que explorem o contato e o intercâmbio entre os setores público e privado e o terceiro setor.  

REVISTA  

A Revista da CGU é uma revista científica voltada para a promoção e divulgação do conhecimento e da pesquisa de alta qualidade sobre políticas de accountability e anticorrupção, ouvidoria e participação cidadã, transparência e controle social, auditoria pública e responsabilidade administrativa.  

CRONOGRAMA  

  • Lançamento da chamada de trabalhos: 25/08/2021  
  • Encerramento do recebimento de contribuições: 24/12/2021  
  • Resultado do processo de avaliação: 18/03/2022  
  • Lançamento do dossiê especial: maio de 2022 

*Com informações de CGU

Concurso em Congresso Internacional dará bolsa integral de Pós-graduação em Auditoria Interna e Controle Governamental

O Conselho Nacional de Controle (Conaci) apoia o Primeiro Congresso Internacional de Auditoria Interna e Controle Governamental que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de agosto, a partir das 18 horas. Todos os inscritos estarão concorrendo a uma bolsa integral para participar da especialização na área, além de ter a oportunidade de acompanhar debates e palestras a respeito de polêmicas e desafios da profissão com os maiores nomes no Brasil, além de representantes internacionais.  

A VERBO tem como objetivo incentivar a capacitação e a atualização profissional, reconhecendo a importância dos valores e da ética aplicados ao serviço público. Na ocasião do I Congresso Internacional de Auditoria Interna e Controle Governamental, um participante inscrito no evento gratuito será contemplado com o custeio total de sua Pós-graduação em Auditoria Interna e Controle Governamental.

Congresso Internacional de Auditoria Interna e Controle Governamental gratuito e online

Promovidos pelo Curso de Pós-graduação em Auditoria Interna e Controle Governamental em parceria com professores e congressistas experts em suas áreas de atuação, contando com os maiores nomes da área, além de representantes de auditorias internacionais, acontecerão diversas interações reflexivas a respeito das temáticas do Controle Governamental e da Auditoria Interna.

Para acompanhar o congresso, sem qualquer ônus, basta se inscrever diretamente no site.

Os painéis serão transmitidos exclusivamente em nosso canal, 100% online e em tempo real.

Polêmicas e Desafios de Auditoria Interna e Controle Governamental

O I Congresso Internacional de Auditoria Interna e do Controle Governamental discutirá os enfrentamentos, as oportunidades e os desafios da carreira de auditor. Uma ótima oportunidade para ficar por dentro de tudo que acontece no mundo da auditoria, bem como de conhecer esse universo de estabilidade e boa remuneração.

Quer saber mais? Inscreva-se gratuitamente no site do I Congresso Internacional em Auditoria Interna e Controle Governamental e concorra a uma bolsa de estudos integral para se tornar um especialista na área junto conosco!

*Com informações de Conaci e blog Verbo Jurídico

Sindiauditoria defende ajustes na Reforma da Previdência

Auditores internos do Poder Executivo realizaram minuciosa análise dos projetos que tratam da Reforma da Previdência que está tramitando na Assembleia Legislativa. Em ofício enviado à mesa-diretora e assinado pelo presidente do Sindiauditoria, auditor interno Maurício Arjona, a categoria pontua a necessidade de realizar seis ajustes e demonstra preocupação com questões polêmicas, como a criação de uma alíquota extraordinária de contribuição para servidores que ingressaram no serviço público antes de 2003. O estudo indica ainda a necessidade de rever os parágrafos que tratam das regras de transição, da taxação dos inativos e pensionistas, cálculo do benefício e o prazo de vigência das mudanças.

“É importante que a sociedade entenda que não somos contrários à Reforma da Previdência. Os ajustes ao modelo são necessários para garantir que os servidores que contribuem hoje possam se aposentar com tranquilidade amanhã. Mas é necessário buscar alternativas que não transfiram a conta para a sociedade nem para o próprio funcionalismo”, avalia o presidente Arjona.

A Diretoria do Sindiauditoria ainda aguarda posicionamento da Alesc em torno do recebimento das sugestões, mas já se colocou à disposição dos deputados estaduais para apresentar pessoalmente as sugestões ao Parlamento. Os projetos que regulamentam a Reforma da Previdência estão sendo analisados pelas comissões e, se não houver atraso no cronograma de trabalho estabelecido pelos próprios deputados, devem ir à votação no plenário em agosto.

Confira o ofício enviado pelo Sindiauditoria à Alesc:

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO SINDIAUDITORIA

Auditoria que resultou em novo contrato do DETRAN/SC garante economia de R$ 2,4 milhões em 60 dias

Trabalho dos Auditores Internos iniciado em 2019 pela parceria entre CGE/SC e DETRAN/SC comprova que ações desenvolvidas conjuntamente podem fazer a diferença na gestão pública

Em vigor há pouco mais de dois meses, o novo contrato assinado pelo DETRAN/SC para a emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) já garantiu a economia de R$ 2,4 milhões aos cofres públicos, superando significativamente as expectativas dos Auditores Internos do Poder Executivo de poupar anualmente cerca de R$ 6,6 milhões. Os novos cálculos, baseados no desempenho obtido em apenas 60 dias, mostram que a economia anual pode superar os R$ 12 milhões.

“O resultado é animador e comprova, mais uma vez, o papel da Auditoria Interna como agente-chave de mudanças em prol da sociedade catarinense”, observa o Auditor Interno Leandro Morais de Morais, que esteve à frente de auditoria realizada em 2019 numa parceria entre o DETRAN/SC e a Controladoria-Geral do Estado (CGE/SC). Também participaram deste trabalho os Auditores Internos Ricardo Cavalcanti Peixoto Filho, Cesar Fernando Cavalli, Maria Eliane da Silva Furlan e Luciana Zanatta.

A mudança no contrato do DETRAN/SC ocorreu no final de abril. Durante o novo processo licitatório, os gestores do Departamento de Trânsito buscaram os Auditores Internos, que já haviam apontado uma série de recomendações e providências para reduzir o valor contratual. O contrato encerrado estava em vigor desde 2015. “O caso é um exemplo de como a parceria entre CGE e órgãos é benéfica à sociedade”, ressalta a Controladora-Geral do Estado em exercício, Marisa Zikan.

Diretora do DETRAN/SC, Sandra Mara Pereira reforça a importância de uma gestão cada vez mais eficiente. “Depois de 60 dias em operação, já podemos afirmar que o novo contrato tem o potencial de economizar mais de R$ 12 milhões ao ano para as contas públicas estaduais”, explica. É importante ressaltar que os itens contratados no último pregão são os mesmos do anterior, mantendo assim a qualidade e segurança no processo de habilitação para condutores de veículos.

*Com informações da Assessoria de Comunicação da CGE/SC

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO SINDIAUDITORIA

Trabalho dos Auditores Internos garante mudanças na gestão do plano SC Saúde e economia de R$ 45 milhões ao ano

O trabalho dos Auditores Internos do Poder Executivo voltou a garantir significativa economia aos cofres públicos, comprovando mais uma vez o quanto o investimento em controle e gestão podem fazer a diferença na administração pública.

Após os pregões eletrônicos para a contratação de novas empresas que vão atuar na gestão do Plano SC Saúde, a economia deve chegar a R$ 45 milhões/ano ao Estado, dinheiro que pode ser reinvestido em serviços em prol dos catarinenses. “Entre a auditoria e a elaboração dos novos editais houve um trabalho de quase dois anos que contou com a expertise do nosso time de auditores internos, que indicaram a necessidade da revisão de critérios para garantir competitividade na escolha e contratação dos serviços, e com a parceria entre Secretaria de Administração e Controladoria Geral do Estado”, explica o presidente do Sindiauditoria, auditor interno Maurício Arjona.

A auditoria foi realizada em 2019. A partir de um serviço de inteligência interna, uma equipe de auditores se debruçou sobre o contrato vigente para verificar o custo efetivo da gestão atual e avaliar as possibilidades de redução. “Entre as recomendações da auditoria, a divisão em lotes foi a que mais impactou financeiramente. Os auditores sugeriram separar o contrato em dois, mas a SEA foi além e dividiu em três, aumentando a competitividade e, consequentemente, reduzindo o valor das propostas”, afirma Cristiano Socas da Silva, Controlador-Geral do Estado.

O Controlador-Geral do Estado reforça a importância da parceria entre os órgãos e a CGE para aumentar a eficiência na gestão pública. O órgão conta com uma ferramenta de Business Intelligence que auxilia no levantamento prévio de inconsistências nos contratos vigentes. A partir das informações levantadas pelo BI, a área de Gestão de Auditoria em Licitações e Contratos da CGE deu início a uma análise apurada do contrato, visando os novos pregões.

A economia para os cofres públicos não ficou restrita ao novo pregão. A Auditora Interna Gisele Rafaeli, que coordenou o trabalho ao lado de André Matos, ressalta que algumas recomendações já foram implantadas pela SEA no contrato vigente, o que resultou em uma economia de R$ 1,4 milhão anual por desconto de serviços que já haviam sido executados. “A cessão dos códigos fonte de toda a solução para a SEA foi feita em 2020, então a empresa não precisava mais prover a estrutura necessária para abrigar e sustentar a solução tecnológica, o que acarretou nesse desconto”, explica Rafaeli. “O trabalho do auditor interno não é apenas apontar os erros, mas também apresentar soluções que tragam benefícios para todos, qualificando o gasto público, que pode ser reinvestido em serviços para o próprio cidadão sem entrar na cota dos repasses constitucionais”, complementa a auditora Gisele Rafaeli.

Outra vantagem da nova forma de gestão tripartite do plano de saúde que atende mais de 200 mil vidas, entre servidores e familiares, é a qualificação dos serviços. “A divisão da gestão em lotes aumenta a vigilância entre as empresas e melhora o foco e a especialização de cada uma. Agora, em vez de uma empresa fazer toda a gestão, cada uma das três vencedoras estará voltada a sua área de atuação específica”, comenta a secretária de Estado da Administração, Ana Cristina Ferro Blasi.

*Com informações da Assessoria de Comunicação da CGE e da SEA

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO SINDIAUDITORIA

Trabalho dos Auditores Internos garante economia de R$ 6,6 milhões ao ano para o Estado

Auditoria realizada em 2019 pela parceria entre CGE e DETRAN/SC comprova como o uso de procedimentos adequados é importante para a gestão pública

O minucioso trabalho realizado pelos Auditores Internos do Poder Executivo em 2019 está garantindo a economia de R$ 6,6 milhões ao ano para os cofres públicos de Santa Catarina. O corte de custos no novo contrato assinado pelo DETRAN/SC para a emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) foi viabilizado pela revisão de uma série de critérios e recomendações apontadas em auditoria realizada em 2019 – importante ressaltar que os itens contratados no novo pregão são os mesmos do anterior, mantendo a qualidade e a segurança de todo o processo de habilitação.

“O resultado do trabalho de auditoria geralmente não é imediato, requer tempo para sua execução. Mas quando é percebido, é muito salutar porque serve de referência para demais órgãos”, explica o Auditor-Geral do Estado, Rodrigo Stigger Dutra.

Na prática, a auditoria realizada em 2019 pela parceria entre a Controladoria-Geral do Estado e o DETRAN/SC comprova como o uso de procedimentos adequados é importante e faz a diferença na gestão pública. Para o Auditor Interno Leandro Morais de Morais, que esteve à frente do trabalho realizado à época, o fato que mais inspira “é a possibilidade de fortalecer o papel da Auditoria Interna buscando atingir o seu reconhecimento, por parte das estruturas administrativas estaduais, como agente-chave de mudanças em prol da sociedade catarinense.” Também participaram do trabalho no DETRAN/SC os Auditores Internos Ricardo Cavalcanti Peixoto Filho, César Maria Eliane da Silva Furlan e Luciana Zanatta.

PLANEJAMENTO – A CGE faz um planejamento de auditorias com base em informações estratégicas que levam em conta o risco existente a partir de diversos critérios. Um deles é chamado internamente de materialidade, ou seja, o valor do contrato. No caso do DETRAN/SC, a formação de preços para o Termo de Referência foi um dos fatores determinantes para a redução dos valores. Inicialmente, o órgão pediu orçamentos ao mercado para compor o preço, mas como existem poucas empresas, o valor de referência ficou muito alto (R$ 72 milhões). Foi então que os Auditores Internos sugeriram um levantamento a partir de outras fontes. Após a análise de mais de 20 contratos de emissão de CNH, o valor caiu para R$ 44,3 milhões.

A alteração do índice de reajuste do contrato é outra recomendação da auditoria feita pelos Auditores Internos. Em 2011, a proposta vencedora determinava o IGP-M (31,10% em março/2021) como referência. Em 2019, por orientação da Auditoria-Geral do Estado, o DETRAN/SC fez uma renegociação do contrato e, num termo aditivo, ficou estabelecido o IPCA (6,10% em março/2021) como índice de reajuste. O resultado, na época, foi uma economia de R$ 1,5 milhão em 12 meses. No contrato firmado neste ano, o IPCA é novamente o índice de reajuste.

*Com informações da Assessoria de Comunicação da CGE/SC

Assessoria de Comunicação do Sindiauditoria